sexta-feira, 17 de junho de 2011

Conselho de DH da ONU aprova resolução sobre homossexuais (extraído do portal terra.com)


O Conselho de Direitos Humanos da ONU aprovou nesta sexta-feira uma resolução histórica destinada a promover a igualdade dos indivíuos sem distinção da orientação sexual.

A resolução recebeu 23 votos favoráveis, 19 contrários e três abstenções. O texto, apresentado pela África do Sul, qualificado de "histórico" por Organizações Não Governamentais que defendem os direitos dos homossexuais, provocou um intenso debate entre o grupo de países africanos presidido pela Nigéria, contrário à resolução.

A resolução afirma que "todos os seres humanos nascem livres e iguais no que diz respeito a sua dignidade e seus direitos e que cada um pode se beneficiar do conjunto de direitos e liberdades (...) sem nenhuma distinção".

O texto pede ainda um estudo sobre as leis discriminatórias e as violências contra as pessoas por sua orientação ou atribuição sexual.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5191403-EI8142,00-Conselho+de+DH+da+ONU+aprova+resolucao+sobre+homossexuais.html


quinta-feira, 16 de junho de 2011

SENAC assume luta contra violência sexual infantil


Na manhã de hoje, 16/06, o Assessor de Relações Institucionais da CDH, Judson Holanda, esteve na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – SENAC para receber o Compromisso de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes firmado pela entidade. A ação faz parte das estratégias articuladas desde o dia 18 de maio último, em decorrência da campanha local e nacional contra a violência sexual infantil, mobilizada pelo Programa Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (PNEVSCA) da Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República e facilitada no Estado, conjuntamente, pela Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos (CDH) e pela Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social (STDS).

O SENAC, representado na ocasião por sua Gerente de Inclusão e Tecnologia Social, Dorinha Madeira, comprometeu-se a trabalhar na divulgação da política de enfrentamento ao fenômeno e a adotar práticas de apoio ao seu combate efetivo.

A CDH agradece à entidade, na pessoa de sua Diretora Geral Regional, Ana Cláudia Martins Maia, rogando para que outras corporações adotem semelhante comprometimento.

Fonte: ASCOM / CDH

COPDH vai à Brasília em busca de projetos


Nos últimos dias 14 e 15/06, o titular da Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos, Marcelo Uchôa, e o Assessor de Relações Institucionais, Judson Holanda, estiveram em Brasília-DF fazendo gestões junto à Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Na pauta, encontro com autoridades nacionais da pasta para definição de assuntos de relevante interesse social, como projetos de parceria entre ambas as entidades, estratégias de trabalho conjunto e discussão sobre a agenda da Caravana de Direitos Humanos da SDH que ocorrerá no Ceará, nos próximos 2 e 3 de agosto. Segundo Marcelo Uchôa, importantes notícias serão brevemente anunciadas.

Fonte: ASCOM / COPDH

domingo, 12 de junho de 2011

TRABALHO INFANTIL (Artigo divulgado à imprensa)


O dia 12 de junho é reservado ao combate ao Trabalho Infantil. A data, designada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2002, e endossada pela legislação nacional, Lei n. 11.542, em 2007, visa chamar a atenção das diferentes sociedades para a existência do trabalho infantil, sensibilizando todos os povos para a necessidade de cumprimento das normas internacionais sobre o tema, em especial as Convenções da OIT 188, de 1973, e 182, de 1999, que, tratam, respectivamente, da idade mínima para o trabalho e as piores formas de trabalho infantil.

Segundo estimativas da OIT, 71 milhões de crianças da faixa etária do ensino fundamental e médio em todo mundo não estão matriculadas nas escolas, logo, teoricamente, imersas no labor. No Brasil, o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil afirma que trabalham 4,3 milhões de crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, sendo que 900 mil na faixa de 5 a 14 anos, e 123 mil na faixa de 5 a 9 anos, ou seja, abaixo da idade de 16 anos prevista como mínima para o trabalho, segundo o art. 7º, XXXIII, da Constituição de 1988. Segundo o Fórum, o Censo nacional de 2010 registrou que 132 mil crianças de 10 a 14 anos são provedoras de suas famílias, portanto, responsáveis pelos seus sustentos.

A Convenção 182 da OIT estipula como piores formas de trabalho infantil a utilização de crianças em escravidão, em trabalhos forçados, no tráfico, em servidão por dívida, em exploração sexual, em pornografia, no recrutamento militar e em conflitos armados. No país, a mobilização social tem se focado no combate ao trabalho infantil doméstico, nas ruas, no lixo e com o lixo, e na agricultura, com especial enfoque sobre aqueles expostos a agrotóxicos.

Os signatários da OIT, dentre eles o Brasil, estipularam erradicar todas as formas de trabalho infantil até 2016, mas muito há de ser feito para que este prazo seja cumprido. No país, as ações públicas têm buscado sinergia com os esforços de mobilização social de combate a estas nefastas práticas, e, em especial no Ceará, a Secretaria de Trabalho e Desenvolvimentos Social (STDS) tem se preocupado com a temática, não apenas se somando às iniciativas de mobilização social, via campanhas sistemáticas de conscientização, bem como agindo diretamente no combate ao problema, através da articulação de programas nacionais como o PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, e outros projetos locais como o Primeiro Passo e o Jovem Aprendiz em Serviço, ambos voltados à formação adequada de jovens segundo suas faixas etárias. Consorciada as aspirações gerais, a Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos (CDH) estará atenta ao desenvolvimento destas e outras estratégias, colaborando diretamente com suas execuções e monitorando a efetivação de seus resultados, não obstante o desenvolvimento de suas próprias ações.

Marcelo Uchôa
Coordenador Estadual de Direitos Humanos e Professor da UNIFOR


* Imagem ilustrativa retirada da internet.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Atacar a impunidade (Artigo da Min. Maria do Rosário publicado no Jornal O Globo, sobre as mortes no campo)


A execução de líderes camponeses, com militância contra a grilagem de terras e o roubo de madeiras, mais uma vez revolta o Brasil. Esses recentes e lamentáveis eventos apontam para a necessidade de uma maior intensificação das ações do governo federal contra o corte e o transporte de madeira ilegal, assim como para titular áreas quilombolas, proteger reservas indígenas e ambientais, e promover uma consistente reforma agrária.

Por iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), a Comissão Pastoral da Terra (CPT) apresentou ao governo o diagnóstico de violações construído pela entidade, apontando que, de 2000 a 2010, 1855 pessoas sofreram ameaça na zona rural brasileira. Destas, 207 receberam repetidas intimidações, 42 foram assassinadas e 30 sofreram tentativas de homicídio. Há, portanto, uma parcela da população que vive diariamente com medo. Mas por outro lado, há uma estrutura criminosa que pensa, mapeia, planeja e executa as mortes. E aí reside o maior dos problemas. Segundo a CPT, nos últimos 26 anos, num conjunto de 1580 assassinatos, somente 91 mandantes foram julgados, dos quais 21 restaram condenados e apenas um foi preso, exatamente aquele responsável pela morte de Dorothy Stang, em 2005, caso que ganhou repercussão internacional.

O governo federal, por meio da SDH/PR, executa no Brasil o Programa Nacional de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, iniciativa pioneira que foi apresentada recentemente no Conselho de Direitos Humanos da ONU como uma boa prática, sendo saudado por todos os países ali presentes. No programa, os defensores de direitos que sofreram ameaça contra sua integridade ou de sua família pela luta social que desempenham recebem do governo federal e dos estados a garantia necessária para continuar sua atuação em segurança. A principal medida do programa é o combate às causas, investigando os ameaçadores e buscando catalisar as lutas por Direitos Humanos.

Quando, em casos extremos, a solução do problema demanda uma gama de ações estruturantes mais complexa, um conjunto de medidas protetivas da vida é adotado. Elas vão desde o simples monitoramento por telefone da jornada da pessoa protegida até aquela, inegavelmente excepcional e restritiva de privacidade, que consiste na escolta ininterrupta por um grupo de policiais armados. Hoje há 148 pessoas vivendo com alguma destas medidas de proteção em todo o país, sempre adotadas quando há demanda do interessado e expressa anuência formal quanto às regras do programa. Se somados aos atendidos pelo Programa de Proteção a Testemunhas e Vítimas ameaçadas, estamos falando de quase duas mil pessoas hoje protegidas em todo o país.

Garantir a segurança de todos é tarefa do Estado, em todas as suas esferas, e é algo que os governos e a sociedade trabalham para atingir. Afirmar, portanto, que não há condições de oferecer uma escolta de oito policiais para cada um dos cidadãos ameaçados, 24 horas por dia, com veículos, diárias, passagens e logística, não é o mesmo que dizer que o Estado não tem condições de garantir a segurança das pessoas. O que deve ficar claro é que a segurança das lideranças de Direitos Humanos do Pará, de Rondônia ou de qualquer outro estado brasileiro, estejam elas nas listas da CPT ou não, só será efetivamente garantida trabalhando-se as causas dos conflitos, responsabilizando os assassinos, mandantes e ameaçadores, priorizando a investigação policial e os julgamentos, enfrentando com determinação a impunidade.

A Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, acessível em todo o território nacional pelo Disque 100, é um dos canais abertos à sociedade para informar sobre quaisquer ameaça sofrida por defensores, testemunhas e vítimas de violência. Estamos tratando com empenho os fatos ocorridos recentemente, mas acima de tudo, o governo federal, não de hoje, vem construindo iniciativas e institucionalidade para que possamos prevenir a violência com políticas públicas sustentáveis, com desenvolvimento social e com a efetiva responsabilização de quem pratica esses crimes.

Maria do Rosário é Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Publicado no jornal O Globo, em 05/06/2011.

Link: http://www.direitoshumanos.gov.br/2011/06/artigo-atacar-a-impunidade

COPDH conhece ações da Associação O Pequeno Nazareno e da campanha “Criança não é de Rua”


Na tarde de ontem, 09/09, a Coordenadoria Estadual dos Direitos Humanos (CDH) recebeu a visita do educador Adriano Ribeiro, da Associação O Pequeno Nazareno. A entidade, com ações em Fortaleza e Recife e militância em todo Brasil e na Europa, há mais de quinze anos, é uma organização não governamental voltada ao abrigo e formação de crianças e adolescentes em situação de rua.

Na ocasião, o coordenador da CDH, Marcelo Uchôa, conheceu os detalhes das ações do Pequeno Nazareno, bem como da campanha “Criança não é Rua”, articulada pela instituição em todo Brasil, desde 2005.

Para Marcelo Uchôa, “as ações da Associação O Pequeno Nazareno são
importantes não apenas pelo trabalho social em si que materializam, mas porque também se traduzem em estudos de campo, com bases científicas, que podem e devem ser aproveitadas pelo Estado com o visto de erradicar definitivamente o mal da situação de rua para crianças e adolescentes em todo Ceará”. Com relação à campanha “Criança não é de Rua”, o titular da CDH comprometeu-se a apoiá-la institucionalmente, inclusive para o fim de apresentá-la formalmente à Secretaria Nacional de Direitos Humanos.

Do encontro, restou acertada uma nova reunião, dessa vez no sítio do Pequeno Nazareno, em Maranguape (CE), bem como a inclusão da Associação dentre as entidades da sociedade civil que articularão a recepção à Caravana dos Direitos Humanos da SDH, em Fortaleza, nos dias 2 e 3 de agosto deste ano.

Na foto, da esquerda para direita: Marcelo Uchôa (CDH) e Adriano Ribeiro (O Pequeno Nazareno)

Fonte: ASCOM / COPDH

terça-feira, 7 de junho de 2011

COPDH e CONSESP realizam encontro para definir parcerias

Ontem, 06/06, Marcelo Uchôa e Judson Holanda, respectivamente, coordenador e assessor da Coordenadoria Estadual dos Direitos Humanos (COPDH), reuniram-se com Karinne Lima e Alfredo Romcy, sucessivamente, presidente e membro do Conselho Estadual de Segurança Pública (CONSESP). O encontro aconteceu na sede do Conselho e a convite do órgão.

Na ocasião, os representantes da COPDH conheceram as atividades do CONSESP e foram inteirados de relevantes temas como condições humanas no sistema carcerário, mobilização social para definição e monitoramento de políticas públicas sobre direitos humanos na área de segurança, etc. CDH e CONSESP acordaram em estreitar relações, estabelecer parcerias e fortalecer iniciativas importantes como o acompanhamento dos investimentos do PRONASCI no Estado.

Por ocasião do encontro, o CONSESP encaminhou à COPDH denúncias relacionadas a supostas violações de direitos humanos que serão eventualmente apreciadas.

Na foto, da esquerda para direita: Marcelo Uchôa (COPDH), Karinne Lima (CONSESP) e Alfredo Romcy (DPE).

Fonte: ASCOM / COPDH

COPDH e PRONASCI mantêm encontro com direção da Academia Estadual de Segurança Pública

Com intermediação da Coordenadoria Estadual dos Direitos Humanos (COPDH), ontem, 06/06, a nova direção da Academia Estadual de Segurança Pública (AESP) conheceu os detalhes das ações do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI), no Ceará.

Em encontro realizado no gabinete da direção da Academia, Mariana Abreu, articuladora do PRONASCI no Estado, pediu que a AESP supervisione a formação de policiais que atuam no projeto Território da Paz do Grande Bom Jardim (em Fortaleza) e que oriente os policiais estaduais na adequação de suas abordagens de rotina às práticas cidadãs. César Barreira, Diretor Geral da AESP, agradeceu a visita, colocando-se à inteira disposição de colaborar com a efetivação das demandas. Marcelo Uchôa, da CDH, enalteceu a importância da parceria para a política de afirmação dos direitos humanos no Ceará.

Acompanharam a reunião representantes da COPDH, AESP e PRONASCI.

Fonte: ASCOM / COPDH

sábado, 4 de junho de 2011

Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos recebe grave denúncia de ameaça à advogada


A Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos (COPDH) recebeu ontem, 03/06, grave denúncia da Advogada da União no Ceará, Isabel Cecília Bezerra, de que estaria sendo ameaçada em razão de sua atuação em processos judiciais de reurbanização na Beira-Mar e, especialmente, na Praia do Futuro, em Fortaleza. A advogada comprovou as alegações através de cópias de e-mail.

A denúncia foi imediatamente comunicada à Secretaria de Justiça e Cidadania do Ceará (SEJUS), que na qualidade de mantenedora do Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos avaliará se o caso é passível de inclusão no programa. De antemão, porém, a Secretária Mariana Lobo e o Coordenador Marcelo Uchôa assinaram conjuntamente ofício ao Secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (SSPDS), no intuito de garantir a imediata proteção à integridade física da advogada, bem como de sua liberdade de exercício funcional.

Na próxima semana, entre os dias 7 e 8 de junho, o titular da COPDH, Marcelo Uchôa, estará em Brasília e levará o caso formalmente à Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República.

Para Marcelo Uchôa, "é importante que aqueles que ameaçam saibam que a Dra. Isabel Cecília não está só. COPDH e SEJUS estão irmanadas em sua defesa, SSPDS e até a SDH da Presidência tomarão conhecimento formal dos fatos. As entidades de representação profissional da Dra. Isabel no Ceará, em especial AGU e OAB, também precisam se manifestar e defendê-la publicamente".

Na foto, da esquerda para direita: Amélia Rocha (SEJUS), Marcelo Uchôa (COPDH) e Isabel Cecília.

FONTE: ASCOM / COPDH

quarta-feira, 1 de junho de 2011

COPDH acompanha implantação do Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos



Na tarde de ontem, 31/05, o titular da Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos, Marcelo Uchôa, esteve reunido com a Coordenadora Nacional do Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Clarissa Jokowsky. Na pauta, o cronograma de efetivação do programa no Ceará.

Criado em 2004, o PPDDH se encontra atualmente implantado em seis estados do país (Pará, Pernambuco, Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais), visando garantir proteção a pessoas e organismos que se destacam na defesa dos direitos humanos. Segundo informações da SDH, o Brasil é o único país do mundo a ter um programa deste tipo, institucionalizado.

No Ceará, o PPDDH estará veiculado à Secretaria de Justiça e Cidadania (SEJUS).

Prestigiando a agenda da Coordenadora Nacional do Programa em Fortaleza, hoje, 01/06, a COPDH, através do titular, Marcelo Uchôa, e do Assessor de Relações Institucionais, Judson Holanda, participou de reunião ampliada, na sede da Pastoral Maria, Mãe da Igreja, com representantes do poder público e de movimentos sociais. Na ocasião, a Assessora Especial da SEJUS, Amélia Rocha, destacou o cronograma de efetivação do PPDDH no Estado, agenda que em breve será disponibilizada ao grande público. A idéia é que a conclusão do processo e a oficialização do programa se dêem no ínterim da Caravana de Direitos Humanos da SDH em Fortaleza, entre os dias 2 e 3 de agosto. A Coordenadoria Estadual de Direitos Humanos integrará o pool de órgãos públicos que acompanhará a seleção da entidade facilitadora do programa.

Participaram da atividade na tarde de hoje, além dos representantes da SDH, da COPDH e da SEJUS, a Arquidiocese de Fortaleza, o Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza (CDVHS), a Associação de Parentes e Vítimas de Violência (APAVV), a Pastoral Maria, Mãe da Igreja, a Associação Missão Tremembé (AMIT), o Centro de Assessoria Jurídica Comunitária da UFC (CAJU), os mandatos dos vereadores Ronivaldo Maia e João Alfredo, dentre outras entidades.

FONTE: ASCOM / COPDH